A BEAUTIFUL DAY (Dexter S08E01)

Sim, caros leitores, o Cult Me terá reviews de episódios!! Eu costumava fazer isso com episódios aleatórios que ressoavam em mim, mas está é uma ocasião especial. Fui convidada pelo Portal Conquistadores para fazer reviews dos episódios da oitava e  última temporada de Dexter. Então, aqui vou eu.

Perdidos.

Com um currículo de episódios medianos e pequenos tropeços, em meio a temporadas impecáveis, a série que deu vida ao serial killer mais carismático da televisão (pelo menos pra mim), começa sua temporada final. Ao som de “What a wonderful world” e clipes de uma vida normal e equilibrada com Harrison, assistimos ao começo do fim de Dexter.

O episódio se inicia com a vida de Dexter de volta aos eixos, parecendo até melhor, depois da morte de LaGuerta, um alívio não só para o assassino, como para os telespectadores (não sei você, caro leitor, mas eu estava cansada da bitch faz tempo).
Em contraste com a “vida normal” de Dexter, assistimos o caos que se tornou a vida de Debra. A ex-lieutenant saiu da Miami Metro e da vida de todo mundo ao seu redor; agora trabalha para uma agência privada pegando bandidos em troca de comissão. Está vivendo infiltrada com um perigoso ladrão de joias, se drogando e ultrapassando os limites do profissionalismo.
Após matar LaGuerta, Deb aceitou o inferno que vive e não quer mais saber de nada nem ninguém, muito menos do irmão, razão para grande parte dos erros que cometeu. Pensa ter atirado na pessoa errada, ao ter que escolher entre Dexter e LaGuerta (ah tá).
Enquanto isso, Dexter se preocupa que a irmã possa estar “perdida” precisando de sua ajuda, e a procura. Aos poucos, revela-se a situação inversa, de que na verdade Dexter é quem sempre precisou de Debra. Foi ela quem sempre provocou humanidade e bondade no irmão, ajudando a manter sua vida além do dark passenger.

Mostrando sinais de descontrole em várias situações, Dexter acaba por se ver tão perdido quanto a irmã. Gostei muito dessa mudança de perspectiva que tivemos na discussão com Deb, que não quis se juntar ao elenco do teatro da vida normal de Dexter e aceitou as consequências de suas ações. Até o momento, acreditei que Dexter tinha tudo sob controle (como sempre) e Deb estava afundando em “dorrgas” e depressão.

E como se não bastasse todo esse caos, paralelamente, surge no departamento de homicídios, um caso intrigante e uma nova personagem igualmente interessante: a neuropsiquiatra especialista em traçar perfis de psicopatas (isn’t it ironic?), Dra. Evelyn Vogel. Ela parece ter vindo para muito mais do que ajudar nas investigações deste novo caso e parece saber mais de Dexter do que imaginamos. A tensão entre eles aumenta no final do episódio e deixa muitas expectativas do que há por vir. (OMG.! Fiquei tensa com a preview do próximo)

Enfim, foi um episódio mais dinâmico do que costumam ser as premieres de Dexter, o que me agrada muito, e dá a impressão de que daqui pra frente a tensão vai crescer cada vez mais até o desfecho da série. Além de sugerir uma temporada mais objetiva e interessante.
Ps1.: FUCKING PASSWORD. A sensacional senha da Deb, talvez ainda exista um pouco da old Deb. Não podia faltar esse alívio cômico, Masuka não deu conta.
Ps2.: Quem liga para o Quinn transando com a irmã do Batista? Espero que renda alguma coisa, não temos tempo para lidar com outro Santa Mierda na season finale.
Review também disponível no Portal Conquistadores

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