[REVIEW] Francis Coppola’s "Jack"

Na minha estante de criança havia vários VHS com meus filmes e desenhos favoritos gravados. Sempre assistia aos mesmos e mesmos filmes reiteradamente, sem nunca sequer me cansar.
Nos últimos dias, recordei-me de um filme em específico que assisti uma centena de vezes quando eu tinha dez ou onze anos, o filme era “Jack”, estrelado pelo meteórico Robin Williams e dirigido pelo monstro do cinema, Francis Coppola, que lapidou jóias como “O Poderoso Chefão” e “O Jardim Secreto”.
Deu-se início então uma incansável busca desse filme para que eu pudesse reassisti-lo. E assim o fiz.
O filme conta a história de um menino com um raríssimo distúrbio de envelhecimento, ele crescia e envelhecia quatro vezes mais rápido do que qualquer pessoa. Sua mãe, aos quase três meses de gestação pariu um garotão de vários quilos e a trama fixa-se quando o menino, chamado Jack, está com seus 10 anos e sua aparência de homem de meia-idade.
Com medo dos possíveis julgamentos e chacotas das crianças, o menino-homem é educado por um professor particular (interpretado pelo gênio da comédia, Bill Cosby), que convence sua mãe a matriculá-lo em uma escola pública.
Quando na escola, começam as dificuldades e as desventuras, até que o menino de barba ganha a amizade e a admiração de todos a sua volta (SEM SPOILERS!).
A película conta com atuações impecáveis tanto de Willians, que consegue cativar o espectador com um olhar ingênuo de criança que observa um mundo todo novo, quanto de Bill Cosby ou das crianças na faixa dos 11 anos.
Sem dúvida alguma, assisti-lo novamente, desta vez com mais maturidade, foi muito emocionante. Os diálogos dos adultos faziam muito mais sentido. E ter visto mais uma vez foi suficiente para exumá-lo das minhas memórias de criança e colocá-lo como um de meus favoritos na página do Facebook e na minha estante (está entre “Laranja Mecânica” e a trilogia  “De Volta Para o Futuro”).
Sem estragar o enredo denunciando a trama, vou apenas recomendá-lo a todos que desejam assistir a um filme que engloba situações cômicas e outras emocionantes, mostrando o lado bom de crescer sem perder os olhos de criança perante o mundo.
Um filme para todos que não perderam a magia ao redor das pupilas! (Aos que perderam, é a chance do resgate.)

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